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de Cyro de Mattos

ColeçãoColeção Palavra Poema
GéneroPoesia
Ano2006
ISBN978-9-72-899914-8
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 100 páginas | 15 x 21 cm

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"Mas o seu poema não irrompe de qualquer abalo sísmico, ou de qualquer intempérie facilmente previsível. Ele eclode da história revigorada, nasce do fundo do homem e das coisas, da sua raiz em curso, da sua origem protegida do menor sedentarismo". (Eduardo Portela, crítico, Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Academia Brasileira de Letras, no prefácio de Cancioneiro do Cacau).

"Poesia dagli ampi orizzonti storici ed esistenziali, articolata in lucidi spazi lirici, che evocano misteri ed epopee brasiliane di grande suggestione (anche nella traduzione di Mirella Abriani)". (Graziella Corsinovi, Presidente dellaGiuria Premio Letterario Internazionale Maestrale Marengo D'Oro, della Università di Genova).

"A prize-winning poet and short story writer, focuses his work on his home city of Itabuna, Bahia, in the heart of cocoa-growing region made famous in novels by Jorge Amado. The simple but well wrought poems of Cancioneiro do Cacau, from which the translations in this issue were drawn, portray the local rivers, flora, fauna, towns, crops, workers, churches, and folklore, while rising through imagination beyond the limits of regionalism". (Beacons, Number Nine, Magazine of American Translators Association and Department of English, SUNY Plattsburgh, Plattsburgh, NY, USA, Editor Alexis Levitin, 2003).

"Né à Itabuna, dans la région de Bahia, Cyro de Mattos est conteur, chroniqueur, et poète auteur de 30 recueils donnant lieu à d'heureuses critiques de Jorge Amado, Eduardo Portella et Assis Brésil. Du dernier né - Vingt Poèmes du Fleuve - on peut dire qu'il reflete l'un des plus profonds regards d'âme sur les saisons intimes de l'époque". (Cahiers de Poésie Jalons, numero 84, Vichy, France, dirigés par Christiane et Jean-Paul Mestas, 2006).

"Soziale Anklage und Fragmente reinster Poesie verbinden sich zwanglos". (Carl Huepel, in Moderne Brasilianische Erzähler, Walter-Verlag, Germany, 1968).


Cyro de Mattos

CYRO DE MATTOS – Nasceu em Itabuna, cidade da região cacaueira da Bahia, Brasil. Poeta, contista e cronista. Autor de 28 livros, entre eles, “Os Brabos”, contos, que lhe deu o Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras, e “O Menino Camelô”, poesia infantil, Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes. Com o “Cancioneiro do Cacau” conquistou o Prêmio Nacional de Poesia Ribeiro Couto da União Brasileira de Escritores, Seção do Rio de Janeiro. Como poeta publicou “Cantiga Grapiúna” (1981), “No Lado Azul da Canção” (1985), “Lavrador Inventivo” (1985), “Vinte Poemas do Rio” (1985), “Viagrária” (1988), “A Casa Verde” (1988), “Oratório de Natal” (1997), “Os Enganos Cativantes” (2002), “Cancioneiro do Cacau” (2002), “De Cacau e Água” (2003) e “Canto a Nossa Senhora das Matas” (2004). Jornalista com passagem na imprensa do Rio de Janeiro, advogado militante, colabora em suplementos literários da Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Tem poesias traduzidas para o inglês, francês e alemão. Tem poemas incluídos em antologias brasileiras e estrangeiras. Em Portugal, participa de “Cancioneiro 80”, jornal “Letras & Letras”, Porto, “Antologia de Poesia Contemporânea Brasileira”, Editora Alma Azul, Coimbra, organizada por Álvaro Alves de Faria, 2000, “Poesia do Mundo/3”, organizada por Maria Irene Ramalho de Sousa Santos, Edições Afrontamento, Porto, 2001, revista “Saudade”, dirigida por António José Queirós, Edições do Tâmega, 2002, e “Poetas Revisitam Pessoa”, organizada por João Alves das Neves, Universitária Editora, Lisboa, 2003. Participou como convidado do III Encontro Internacional de Poetas da Universidade de Coimbra, em 1998. Sua obra tem sido estudada em universidades brasileiras. Pertence à Academia de Letras da Bahia, Brasil.

Com os livros "Cancioneiro do Cacau", na categoria de obras publicadas, e "Poemas Escolhidos", de obras inéditas, conquistou o Segundo Prêmio Internacional de poesia Maestrale Marengo d'Oro, do Centro Cultural de Sestri Levante, em Genova, Itália, ambos traduzidos por Mirella Abriani, em 2006. Com o poema "O Menino e o Mar", foi um dos vencedores V Concurso Poético Cancioneiro Infanto-Juvenil, para a Língua Portuguesa, do Instituto Piaget de Almada. Sua antologia "Poesie della Bahia/Poemas da Bahia" foi publicada pela Runde Taarn Edizioni, de Vareze, Gerenzano, Itália, tradução de Mirella Abriani, em 2008. Participou da Feira Internacional do Livro de Frankfurt 2010 quando autografou exemplares da obra "Zwanzig Gedichte von Rio und andere Gedicthe", que pode ser traduzido como "Vinte Poemas do Rio e Outros Poemas", publicado pela Projekte-Verlage, de Halle (Leipzig), tradução de curt Meyer Clason.

CYRO DE MATTOS – Was born in Itabuna, a city in the cocoa region of Bahia, Brazil. Poet, author of short stories and brazilian “familiar essays”. He has had twenty-eigt books published, among which “Os Brabos”, a collection of short stories for which he received the Afonso Arinos Prize of Brazilian Academy of Letters, “ O Menino Camelô”, book of poetry for children, Associação Paulista de Críticos de Artes Award. With his book “Cancioneiro do Cacau” he won the National Poetry Award from the União Brasileira de Escritores, Rio de Janeiro. His books of poetry include “Cantiga Grapiúna” (1981), “No Lado Azul da Canção” (1985), “Lavrador Inventivo” (1985), “Vinte Poemas do Rio” (1985), “Viagrária” (1988), “A Casa Verde” (1988), “Oratório de Natal” (1997), “Os Enganos Cativantes” (2002), “Cancioneiro do Cacau” (2002), “De Cacau e Água” (2003) and “Canto a Nossa Senhora das Matas” (2004). He was a journalist in Rio de Janeiro for sometime and works as a lawyer. He has written for literary supplements in Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro, São Paulo and Minas Gerais. His poems appear in several brazilian anthologies and in USA, Germany and France. His poems published in Portugal participate of “Cancioneiro 80”, “Letras & Letras”, Porto, “Antologia de Poesia Contemporânea Brasileira”, Alma Azul, Coimbra, organised by Álvaro Alves de Faria, 2000, “Poesia do Mundo/3”, organised by Maria Irene Ramalho de Sousa Santos, Afrontamento, Porto, 2001, magazine “Saudade”, directed by António José Queirós, Tâmega, 2002, and “Poetas Revisitam Pessoa”, organised by João Alves das Neves, Universitária Editora, Lisboa, 2003. He was one of the Brazilian poets at the 3rd International Meeting of Poets, organised by the Group of Anglo-American Studies at the University of Coimbra, Portugal, in 1998. His books has had in brazilian universities studied. He has nominated as member of the Academy of Letters of Bahia, Brazil.

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O PROJETO ECOPOÉTICO DE CYRO DE MATTOS

de: Helena Parente Cunha

O PROJETO ECOPOÉTICO DE CYRO DE MATTOS


No sempre lembrado e citado “O mal-estar na civilização”, Freud, a partir da sua visão cética da existência, menciona, entre os três maiores fatores responsáveis pela infelicidade humana, as incontroláveis turbulências da natureza. E nós, mergulhados na perplexidade deste milênio recém-inaugurado, bem sabemos do ímpeto devorador de tsunamis, terremotos e furacões, em nossos dias muito mais freqüentes e destruidores do que nos tempos do polêmico mago dos meandros inconscientes.
Com freqüência tomamos conhecimento dos efeitos catastróficos desencadeados pelo furor dos elementos, causando mortes e desgraças nos quatro cantos do planeta. Apesar das advertências alarmantes proclamadas pelos ambientalistas a respeito dos perigos de destruição, a sanha devastadora continua na queimada de florestas, na poluição das águas e dos ares. Por outro lado, nunca se ergueram tantas vozes nem se organizaram tantas cruzadas em defesa da humanidade e do planeta ameaçado.
Desde tempos muito antigos, os poetas se inspiram na natureza, ora como cenário, ora como amiga e confidente ou mesmo até madrasta. Não foram poucos os que se entregaram ao aconchego da grande mãe que dá seus filhos à luz e os recolhe na tepidez uterina, após a morte.
Cyro de Mattos, nos sugestivos versos deste livro, vive poeticamente o sentido primordial da ecologia, mantendo-se fiel à origem grega do vocábulo, Oikos = casa e logos = palavra ou linguagem. Ao nos voltarmos para o fundamento etimológico de ecologia, seu painel significativo se amplia e nos encaminha para o simbolismo de “casa” como centro do mundo e imagem do universo, direcionando-nos ainda para o sentido do ser interior. Portanto, a ecologia nos seus desdobramentos de sentido, nos insere no centro. No centro do mundo, onde moramos e no centro do ser que é a nossa morada. Através da linguagem, do logos.
Na bela imagística do seu discurso poético, Cyro de Mattos recorre às palavras reveladoras de uma sincera e visceral integração com a natureza. Os elementos, ao invés de comparecerem na mera composição de cenários, participam de vivências profundas do eu lírico.
O soneto dedicado à cidade natal, por exemplo, “Itabuna”, em tom delicadamente nostálgico, carrega ressonâncias do tempo de criança, impregnando-se da paisagem natural, transfigurada pela memória: “Como sonho menino nos outeiros” e, mais adiante “Quem nesse chão me plantou com raízes / Fundas até que me dispersem ventos / Da saudade e solidão?” As imagens se inscrevem na mesma atmosfera, “mãos de cata-ventos” ou “Quem me fez estilingue tão certeiro / Nos verões das caçadas ideais?” As evocações e invocações do último verso nos transportam a paragens paradisíacas pertencentes a um tempo irremediavelmente perdido:“Ó recantos! Ó águas do meu rio!”
Em várias passagens, o eu enunciador do poema se identifica com a rica fauna da terra natal do poeta, a região cacaueira ao sul da Bahia, haja vista a transfiguração onírica do pássaro que, “acontece”, isto é, realiza-se, torna-se real, na sua realidade poética tão viva quanto a que percebemos no plano da concretude: “Na nervura da pétala, / Tremor translúcido, / Meu pássaro tece e acontece.” Atente-se para o jogo aliterativo de sonoridades que reforçam a intenção significativa do leve e luminoso oscilar daquele “Tremor translúcido”. A rima interna de “acontece” e “tece” cria um campo metafórico que sugere o labor do pássaro, diga-se do poeta, enquanto tece, isto é, trabalha a realização do poema.
A composição “Oferenda” apresenta um momento supremo de doação à mãe terra feita pelo filho, ele mesmo teluricamente tornado parte daquelas criaturas vistas sem adjetivação, por se mostrarem na sua pureza essencial: “Abre-te terra, / ... / Última oferenda de teu filho / Que foi ave, mão e árvore, / Agora flor sem vento /Na poeira do tempo”.
No poema “Da Mulher”, os dois sujeitos amantes se completam através do jogo bipolar dos elementos simetricamente dispostos no mínimo de palavras que se bastam para dizer a complementaridade e a completude: “ Suas mãos //Minhas mãos: //Ave/céu, //Peixe/água, //Abelha/mel, // Raiz/chão”.
Ao contrário da antiga dicotomia – civilização versus natureza -- a ciência ecológica, na sua condição de nível superior do pensamento, empenha-se para que se harmonizem os dois extremos, indicando o relacionamento dos seres e das coisas entre si e com o todo. É o que se passa no projeto ecopoético de Cyro de Mattos. A propósito, o poema “Parábola” nos oferece uma verdadeira profissão de fé e solidariedade com o mundo natural: “Prometeu soltar os pássaros, / Não extrair a lágrima da árvore, / Repartir os frutos com os outros / Deixar a água limpa, /Não envenenar o céu.” Mais do que uma promessa, subentendemos um compromisso ou, pelo menos, o desejo voltado para reverter a onda devastadora.
Sabe-se que o verdadeiro sentimento ecológico intensifica os laços comunitários. No poema “Viola”, tudo faz parte de uma grande totalidade uníssona, em que dentro e fora se correspondem e a voz da comunidade ressoa no interior do eu:“Um povo e sua flor / dentro de mim / Com vozes, cores, rios./ Um povo e sua flor / Com ventos, aves, penas”.
A noção de totalidade, sugerida pela ciência ecológica, é registrada em várias passagens da produção do poeta baiano. No despojamento vocabular do poema “Ciclo do Azul”, o essencial se diz em poucas palavras abrangentes do ponto de vista significativo:“Em cima / O céu me iluminava, / Embaixo / O verde me encantava, / Os olhos / Navegavam no azul”.
Para Ezra Pound, o poeta é antena da raça. A sensibilidade do poeta lhe abre as portas da percepção para captar desejos humanos e carências vitais e, no dito de suas imagens, sugerir o indizível do mistério de nosso estar no mundo. Por mais que os avanços da ciência tenham conferido saber e poder aos habitantes da hora presente, a natureza não se deixou desvendar nos seus enigmas mais secretos. O encantamento poético é um modo de vivenciar e até conhecer oniricamente os arcanos da natureza.
A sensibilidade poética de Cyro de Mattos nos aproxima deste mistério que vivenciamos através da magia de sua palavra. Na celebração realizada nos poemas deste livro, todos nós, leitores e leitoras de Cyro de Mattos, deixamo-nos envolver pelo mistério escondido no esplendor da Grande Mãe Terra.



Helena Parente Cunha
Escritora e Professora Emérita
da Universidade Federal do Rio de Janeiro



Editora na Itália Publica Livro de Cyro de Mattos

de:

Editora na Itália Publica
Livro de Cyro de Mattos


“Canti della terra e dell’acqua” é uma antologia poética de Cyro de Mattos, reunindo 38 poemas, que foi publicada em dezembro de 2010 pela editora Romar, de Milão, com seleção e tradução de Mirella Abriani, que traduziu, entre outros poetas brasileiros, Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles. Comesta antologia, Cyro de Mattos alcança a marca de cinco livros de poesia publicados no exterior, fato raro entre poetas baianos. Os outros livros são os seguintes: “Vinte Poemas do Rio”, edição bilíngüe, com tradução do poeta Manoel Portela para o inglês, e “Ecológico,ambos editados pela Palimage, de Coimbra, Portugal; “Zwanzig Gedichte von Rio und andere Gedichte”, da Projekte-Verlag, Halle, Alemanha, com tradução de Curt Meyer Clason, e “Poesie della Bahia”, publicação daRunde Taarn Edizoni, em Gerenzano (Varese), Itália, com tradução de Mirella Abriani.
A antologia “Canti della terra e dell’acqua” é constituída de quatro partes: Os Sinais da Terra, Águas do Rio, Alguns Bichos e Águas do Mar. No livro estão presentes poemas inspirados na infância, rio Cachoeira, bichos e meio ambiente.Sobre o autor Cyro de Mattos disse Jorge Amado: “Cantor da terra e das águas. Cantor do amor. Pastor de diversos bichos. Tão esplêndido poeta, tão esplêndido ficcionista”. Já a escritora e professora Graziella Corsinovi, da Universidade de Genova, presidente do júri do XII Prêmio Internacional de Poesia Maestrale Marengo d’Oro, assim opinou: “Poesia do mais amplo horizonte histórico e existencial, que evoca mistérios da epopéia brasileira com grande poder de sugestão”.

Antologias no Exterior

Autor de 38 livros, com prêmios literários importantes, o escritor itabunense Cyro de Mattos participa de várias antologias no exterior com poemas e contos, como “Der Alte Flub” , na antologia “Moderne Brasilianische Erzähler” (ModernosContistas do Brasil), Editora Walter, Alemanha/Suíça, 1968. Conto: “ O Velho e o Velho Rio”.TradutorCarl Heupel; “Starik e Staráia Reká”,na antologia “K Iugu of Rio Grande” (Narradores da América Latina), Edições Molodáia Guardia, Moscou, 1973. Conto: “O Velho e o Velho Rio”. Tradutora Helena Riánzova; “Klagesang i Klippene”, na antologia “Latinamerikas Spejl” (Visões da América Latina), Editora Vindrose, Kopenhagen, Dinamarca, 1982. Novela: “Ladainha nas Pedras“. Tradutor Uffe Harder; “Cancioneiro 80”,nojornal “Letras & Letras”, n* 52, Porto, Portugal, 199l. Poemas: “Canção Ribeirinha”, “A Arara”, “Na Brisa”, “No Mar Enigma”, “Diante do Rio” e “A Águia”, foto do autor, seleção eapresentaçãode Ana Maria Saldanha Dias; “Contos Premiados no Concurso Joaquim Namorado”, Câmara Municipal de Figueira da Foz, Portugal, 1992. Conto “BerrodeFogo”, com o título “Olhos de Fogo”; “Antologia de Poesia Contemporânea Brasileira”, organização de Álvaro Alves de Faria, Editora Alma Azul, Coimbra, Portugal, 2000. Poemas: “Mar de Fernando Pessoa” e “Soneto Agônico do Cacau”; ”Poesia do Mundo/3”, antologia bilíngüe, organização de Maria Irene Ramalho de Sousa Santos, Edições Afrontamento, Porto, Portugal, 2001, reunindo poetas de dezesseis países. Poemas “ Versinverse in the Flora” (Do Versinverso da Flora) e “Dead River” (Rio Morto). Tradutor Manuel Portela; “Beacons”, revista da Associação de Tradutores Americanos e do Departamento de Inglêsda FaculdadeEstadual dePlattsburgh, Nova York, número 9, 2003, reunindo poetas detreze países. Poemas “Da Parição” (Giving Birth” e“Antemanhã” (Pre-Dawn). Tradutor Fred Ellison; “Poetas Revisitam Pessoa”, organização de João Alves das Neves, reunindo cinqüenta poetas de Portugal e Brasil, Universitária Editora, Lisboa, 2003. Poema: “Mar de Fernando Pessoa”;“Saudade”, revista de poesia dirigida por Antonio José Queirós, número 3, reunindo poetas dedezpaíses, Amarante, Portugal, 2000. Poema : “Mar Morto”; “Poème Blanc”, em “Cahiers de Poésie JALONS”, número 84, Vichy, França, 2006. TradutoresChristiane e Jean-Paul Mestas; “A Minha Vida É Uma Memória”, Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa, 5* Concurso Poético, Instituto Piaget, Almada, Portugal, 2005. Poema: “O Menino e o Mar”; “Antologia di Natale di Pace e D’Amore”, organização de Marco Delpino,Editora Tigullio Bacherontius, Santa Margherita Ligure, Itália, 2006. Conto: “Natale dei Bambini Neri”, tradução de Mirella Abriani; “Saudade”, revista de poesia, número 8, reunindo poetas de quatro países, Amarante, Portugal, 2006. Poema: “Poemeto do Pintor”; “Revista Oficina de Poesia”, números 8 e 9, edição comemorativa de dez anos de existência, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Palimage Editores, Viseu, Portugal, 2007. Poemas: “Os Ventos Gemedores” e “Campeio”; “The Dirty Goat”, revista de arte e literatura, número 17, editada por Joe Bratcher e Elzbieta Szoka, reunindo poetas de onze países, Host Publications, Austin, Texas, 2007. Poemas “Rio Definitivo”, “Canção Ribeirinha”, “Canoa”, “Soneto do Rio Cachoeira”, “Águas” e “Anotações sobre o Rio”. Tradutor Fred Ellison; “Saudade”, revista de poesia, número 9, reunindo poetas dequatro países, Amarante, Portugal, 2007. Poema: “Olímpico”. Participa também de várias publicações das revistas eletrônicas “Ilha Negra”, patrocinada pela Unesco, editada por Humberto Impaglione, na Espanha,e“Poesie pour tous”, editada por Pedro Viana, na França.