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de Abílio Pereira de Carvalho

ColeçãoColeção Imagens de Hoje
GéneroRomance histórico
Ano2000
ISBN978-9-72-857512-0
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 204 páginas | 15 x 21 cm



LIVRO INDISPONÍVEL

Onde se contam as esperanças, angústias, preocupações e atribulações de um juiz natural de Lisboa, formado em Coimbra nos tempos de Antero e colocado na vila rural de Castro Daire no último quartel do século XIX. Fruto de uma cultura académica e urbana, visando o desiderato de bem julgar, não querendo, no plano da Justiça, assumir o papel daqueles facultativos que, no plano da medicina, saídos da Universidade se ficaram pelas cidades, ignoran-do a realidade campesina e pensarem que "todas as plantas são ourégãos", como dizia, em 1850 um médico radicado em Sines, questionando o saber dos seus colegas urbanos... procede a investigações sobre o meio rural e auxiliado por um velho capelão natural da terra, toma conhecimento da história local, lendas, usos, costumes, tradições e pastorais episcopais que moldaram as mentalidades e os comportamentos do camponês a partir dos altares. Retalhos de história documentada e citada em rodapé cerzidos com a ficção não deixarão de prender o leitor que gosta de se informar e recrear de e com as realidades periféricas do passado e do presente.

Abílio Pereira de Carvalho

ABÍLIO PEREIRA DE CARVALHO nasceu a 10 de Junho de 1939 na freguesia de S. Joaninho (povoação de Cujó que se tornou freguesia independente em 1949), concelho de Castro Daire, distrito de Viseu. Aos 20 anos de idade embarcou para Moçambique, donde regressou em 1976. Foi colocado na Escola Preparatória de Castro Verde (Alentejo) e, ali, conciliando o exercício docente com a investigação voltada para a História Local, publicou vários artigos subordinados a essa temática no "Jornal do Alentejo", no "Diário do Alentejo", e no boletim de informação "Castra Castrorum" editado pela Associação de Defesa do Ambiente, Cultura e Arte do Concelho de Castro Verde. Em 1984 regressou ao seu concelho de origem e, nesse mesmo ano, publicou a "Resenha Histórica da Associação dos Bombeiros Voluntários de Castro Daire" (opúsculo), edição desta Associação. Em 1986 publicou o "Vínculo de Sebastião Vieira", edição da Câmara Municipal de Castro Daire. Em 1989, a "História de Uma Confraria", edição da Câmara Municipal de Castro Verde (Alentejo). Em 1990 publicou "Misericórdia de Castro Daire", edição da Santa Casa. Em 1991, "MÕES - Terra Que Já Foi Concelho", edição da Junta de Freguesia de Mões. Em 1993, "CUJÓ - Uma Terra de Riba-Paiva", editada pela Junta de Freguesia de Cujó e "Castro Daire Em Três Tempos" (opúsculo), edição da Repartição de Finanças de Castro Daire. Em 1995, "CASTRO DAIRE - Indústria, Técnica e Cultura", edição da Câmara Municipal. Simultaneamente, e desde que exerce funções docentes em Castro Daire, colaborou nos seguintes órgãos de comunicação social: "Jornal de Província" (Anadia) "Voz do Montemuro" (Castro Daire), "Notícias do Paiva" (Vila Nova de Paiva), "Notícias de Viseu" (Viseu), "Boletim Municipal de Castro Daire", "Lamego Hoje" (Lamego), "Notícias de Castro Daire" e "Rádio Limite" de Castro Daire. Defensor da Imprensa Regional, (escrita e falada) nela tem divulgado temas de conteúdo histórico local, cultura, "usos, costumes e tradições", política e opinião. É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Em 1999, por despacho número 5983/99 publicado na II Série do Diário da República n.º 70 de 24 de Março, o senhor Ministro da Educação, Professor Doutor Marçal Grilo, reconhece-lhe o mérito excepcional e atribui-lhe a menção de "Excelente".
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