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de João Rasteiro

ColeçãoColeção Palavra Poema
GéneroPoesia
Ano2003
ISBN978-9-72-857558-8
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 60 páginas | 15 x 21 cm

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A escrita [de João Rasteiro] surge como acto de amor e vida, no tempo único entre caos e ordem, entre trevas e luz, trabalho realizado numa espécie de vigília que passa, do assombro, à "lucidez do corpo". Essa é a "nitidez" do processo, uma nitidez - uma forma/poema/corpo do poeta - "em constante mutação", como os dedos do autor/criador. A presença do corpo, a presença da pura materialidade que é a forma, surge como única e total presença do sagrado.

Graça Capinha
(do prefácio)

João Rasteiro

 

João Rasteiro (Coimbra, Portugal, 1965), poeta e ensaísta, traduziu para português vários poemas de Harold Alvarado Tenorio, Miro Villar, Juan Armando Rojas Joo, Juan Carlos García Hoyuelos e Enrique Villagrasa. É Licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade de Coimbra. Possui poemas publicados em várias revistas e antologias em Portugal, Brasil, Moçambique, Itália, Espanha, Finlândia, República Checa, Colômbia, México e Chile e vários poemas traduzidos para o Inglês, Francês, Espanhol, Italiano, Catalão, Checo e Japonês. Obteve vários prémios, nomeadamente a “Segnalazione di Merito” do Concurso Internacional Publio Virgilio Marone, Itália, 2003, e o Prémio Literário Manuel António Pina, 2010. Em 2012 foi um dos 20 finalistas (poesia) do Prémio Literário Portugal Telecom. Publicou os seguintes livros: A Respiração das Vértebras, 2001, No Centro do Arco, 2003, Os Cílios Maternos, 2005, O Búzio de Istambul, 2008, Pedro e Inês ou As madrugadas esculpidas, 2009, Diacrítico, 2010, A Divina Pestilência, 2011, Tríptico da Súplica (Brasil), 2011, Elegias, 2011, e Pequena Antologia da Encenação – 2001/2013: Poemas em ponto de osso, 2014. Em 2008 integrou a antologia e exposição internacional de surrealismo O Reverso do Olhar. Em 2009 integrou a antologia: Portuguesia: Minas entre os povos da mesma língua – antropologia de uma poética, org. pelo poeta brasileiro Wilmar Silva e que engloba poéticas de Portugal, Brasil, Cabo Verde e Guiné-Bissau. Em 2009 integrou o livro de ensaios O que é a poesia?, org. pelo brasileiro Edson Cruz. Em 2010 integrou a antologia Poesia do Mundo VI, resultante dos VI Encontros Internacionais de Poetas de Coimbra, org. do Grupo de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 2011 integrou o livro Três Poetas Portugueses (Brasil), org. pelo poeta brasileiro Álvaro Alves de Faria. Em 2012 integrou a antologia de poesia portuguesa contemporânea Corté la naranja en dos (México) com compilação e tradução de Fernando Reyes da Universidade Nacional Autónoma do México. Em 2009, organizou para a  “Arquitrave” da Colômbia, uma antologia de poesia portuguesa, intitulada A Poesia Portuguesa Hoje. Em 2012 participou na exposição Surrealism in 2012 do Goggleworks Center for the Arts, Reading, EUA, com trabalhos individuais e colectivos, executados com os membros do Cabo Mondego Section of Portuguese Surrealism, que integra desde a sua fundação.

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  • A Respiração das Vértebras, Edições Sagesse, Viseu, 2001.

A opinião de outros Poetas

de: vários

Agradou-me a sua poesia – pela concisão, pela atenção ao efémero e aos detalhes, pela música poética muito cuidadosa.
Casimiro de Brito: Poeta e Presidente do Pen Club

A sua poesia traduz rigor e liberdade, sem esquecer sua grande humanidade. A poesia é exigente e o que ela reclama de nós merece o desafio, desafio plenamente aceite nos seus poemas.
Virgílio de Lemos: Poeta Moçambicano


Quero para mim este verso: “O rosto macerado nas cicatrizes secas/por pedaços de vidro ofegantes”, porque como você diz: “Nenhuma sombra nos prolonga/ no sulco sagrado, das aves”. São imagens poéticas fortes, densas e também delicadas, como quer a poesia, como quer o poema.
Álvaro Alves de Faria: Jornalista e poeta Brasileiro


Os seus poemas atravessam uma área de singular violência, de quase doloroso trato com as pessoas e as coisas. Nelas descubro um universo tumultuoso, e não raro temível, mas abundantíssimo de sonhos e ilusões.
Mário Cláudio: Ficcionista e Poeta