Portugal e a Europa. Distanciamento e Reencontro.
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16,96€

de António Martins da Silva

ColeçãoFora de Coleção - História
GéneroHistória
Ano2005
ISBN978-9-72-899911-7
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 478 páginas | 16 x 23 cm


PUBLICAÇÃO EM CO-EDIÇÃO COM CHSC - CENTRO DE HISTÓRIA DA SOCIEDADE E DA CULTURA - ( http://www.uc.pt/chsc/ )

LIVRO INDISPONÍVEL

**PORTUGAL E A EUROPA
DISTANCIAMENTO E REENCONTRO
A ideia de Europa e a integração europeia: ecos, reacções e posicionamentos (1830-2005)

PREFÁCIO
INTRODUÇÃO

Capítulo I - DA MONARQUIA À REPÚBLICA (1820-1932): A ABERTURA À EUROPA

1. PORTUGAL NA BALANÇA DA EUROPA
2. A IDEIA DE UNIDADE EUROPEIA: ECOS E REACÇÕES EM PORTUGAL
3. O DISCURSO FEDERALISTA: DA UNIÃO IBÉRICA À UNIDADE LATINA E OCIDENTAL
4. FERNANDO PESSOA E A IDEIA DE PORTUGAL E DE EUROPA
EM JEITO DE CONCLUSÃO: DO FEDERALISMO IBÉRICO À FEDERAÇÃO EUROPEIA
5. PORTUGAL PERANTE AS IDEIAS E OS PROJECTOS DE UNIDADE EUROPEIA NO PÓS-PRIMEIRA GUERRA (1919-1932)
5.1. A ideia de "Estados Unidos da Europa" nos anos vinte: ecos e reacções em Portugal
5.1.1. Na onda mística do europeísmo: Coudenhove-Kalergi - o apóstolo da Pan-Europa
5.1.2. No rescaldo de Versalhes e da SDN: democracia republicana e internacionalismo - a federação humana
5.1.3. Na órbita de Locarno e da paz perpétua: a ideia dos Estados Unidos da Europa - expectativas e dúvidas
5.1.4. No espectro do adensamento das tensões e do pacto Briand-Kellog: «guerra à guerra» e pátria europeia - esperanças e perplexidades
5.1.5. Na sombra sinistra do nacionalismo: a Anti-Europa
5.1.6. No dilema entre a falência da paz e a iminência da guerra: a França propõe a unificação europeia
Em jeito de conclusão: a década de vinte na busca da paz perpétua - um alfobre de internacionalismo
5.2. O Plano Briand e o posicionamento português
5.2.1. A iniciativa institucional na SDN: o plano Briand de unidade europeia
5.2.2. A opinião pública face à proposta de Briand e ao memorando francês
5.2.3. As respostas dos governos ao memorando francês
5.2.3.1. As reacções públicas (periódicos e livros)
5.2.3.2. A visão da diplomacia portuguesa
5.2.3.3. O resumo oficial das respostas
5.2.3.4. A resposta portuguesa
5.2.4. As decisões institucionais. A Comissão de Estudo para a União Europeia
Em jeito de conclusão: uma arma nova para debelar a crise - a tentativa multilateral de laço federal europeu

Capítulo II - DE SALAZAR AO FIM DO ESTADO NOVO (1932-1974): O REGRESSO AO MAR
1. SALAZAR PERANTE A PERSPECTIVA DE UMA «NOVA ORDEM EUROPEIA» ANTES E DURANTE A GUERRA
2. PORTUGAL E A UNIDADE EUROPEIA NO PÓS-GUERRA (1946-1948)
2.1. A ideia de Europa unida: ecos em Portugal
2.1.1. Declarações e intenções: ecos anglo-saxónicos
2.1.1.1. Vozes mais ou menos dispersas no imediato pós-guerra
2.1.1.2. Um paladino da ideia da Europa unida: W. Churchill
2.1.2. Iniciativas e primeiras actuações: o acolhimento dos povos
2.1.2.1. A criação de movimentos e associações, correntes de opinião e outros meios de pressão e de consciencialização
2.1.2.2. Uma grande manifestação pública do pós guerra: o Congresso Europeu da Haia, de 7 a 10 de Maio de 1948
2.1.2.3. Outras manifestações públicas: o Congresso da União Interparlamentar Europeia em Interlaken
Em jeito de conclusão: os (e)ventos da ideia de Europa unida chegam a Portugal
2.2. A unidade europeia no pós-guerra: reacções e tomadas de posição em Portugal
2.2.1. As primeiras reacções
2.2.2. Sobre o congresso da Haia
2.2.3. Sobre outras iniciativas públicas
Em jeito de conclusão: solidariedade civilizacional sim, compromissos institucionais de modo nenhum
3. PORTUGAL E A COOPERAÇÃO EUROPEIA (1946-1973)
3.1. A cooperação em matéria de segurança
3.1.1. Do Pacto da União Ocidental ao Pacto do Atlântico
3.1.2. Reacções em Portugal
Em jeito de conclusão. Salazar respira de alívio: estar com o Ocidente sem estar com a Europa
3.2. A cooperação política e cultural
3.2.1. A difícil gestação do Conselho da Europa
3.2.2. Portugal perante o Conselho da Europa
Em jeito de conclusão: «face ao mar, costas à terra» - a Europa é «para nós mais paisagem do que vizinhança»
3.3. A cooperação económica
3.3.1. A cooperação no âmbito da OECE
3.3.1.1. Portugal perante o Plano Marshall
3.3.1.2. O projecto de União Aduaneira Europeia e a participação portuguesa
3.3.1.2.1. As tentativas regionais de união aduaneira
3.3.1.2.2. A hipótese de uma União Aduaneira Europeia e as pressões norte-americanas
3.3.1.2.3. A criação do Grupo de Estudos para a União Aduaneira Europeia.
3.3.1.2.4. O resultado dos trabalhos do Grupo de Estudos
3.3.1.2.5. A posição portuguesa em relação à assinatura e à ratificação das convenções aprovadas
Em jeito de conclusão: passos tímidos, mas irreversíveis na direcção da Europa
3.3.2. A cooperação no âmbito da EFTA
3.3.3. A cooperação com a CEE
3.3.3.1. A integração europeia: da primeira Comunidade ao primeiro alargamento (1950-1973) - breve resumo
3.3.3.2. Salazar perante o processo da construção comunitária e a possibilidade da união política europeia
3.3.3.3. A aproximação de Portugal à Europa comunitária: a opinião pública e o poder político - atitudes e actuações. O acordo comercial de 1972 com a CEE
Em jeito de conclusão: na encruzilhada entre o caminho marítimo e a caminhada terrestre, ou Portugal no dilema entre o Mar e a Europa

Capítulo III - DA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS ATÉ AO PRESENTE (1974-2005): A CAMINHO E NO CAMINHO DA EUROPA
1. NO PERÍODO REVOLUCIONÁRIO (1974-75): A EUROPA (QUASE) INEXISTENTE
2. NO PERÍODO NEGOCIAL DA ADESÃO COM OS ACIDENTES DE PERCURSO (1976-1985): EUROPA SIM, MAS NÃO TANTO...
3. DA ADESÃO À MOEDA ÚNICA (1986-1999): A EUROPA DOS SUBSÍDIOS
4. A EUROPA DO FUTURO (2000-2005): SIM, MAS QUANTO BASTE OU ENQUANTO DER

CONCLUSÃO GERAL
... E MORAL DA HISTÓRIA

FONTES E BIBLIOGRAFIA

1. PRINCIPAIS FONTES DOCUMENTAIS UTILIZADAS E REFERENCIADAS
1.1. Fontes arquivísticas
1.2. Documentos diversos
1.3. Publicações periódicas

1.3.1. Jornais
1.3.2. Revistas
1.3.3. Diversos
1.4. Obras impressas (livros)
2. BIBLIOGRAFIA SELECTIVA
2.1. Obras de suporte
2.2. Estudos sobre Portugal e a Europa
2.3. Obras gerais e diversas


 

António Martins da Silva

António Martins da Silva é Professor Associado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É investigador do Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra. Assinou numerosos trabalhos em revistas científicas e em actas de colóquios nacionais e internacionais em que participou, colaborou com vários capítulos e assuntos temáticos em obras colectivas como História de Portugal (dir. José Mattoso), Dicionário de História Religiosa de Portugal (dir. Carlos Moreira Azevedo), Jahrbuch für Europäische Geschichte (dir. Heinz Duchhardt). É autor dos livros Nacionalizações e Privatizações em Portugal: a Desamortização oitocentista (Coimbra, Minerva, 1997); Portugal entre a Europa e Além-Mar (Coimbra, Minerva, 2000). Tem exercido uma actividade docente diversificada, leccionando cadeiras no âmbito da história contemporânea (geral e de Portugal), da cultura portuguesa, das relações internacionais, da construção europeia. Colaborou também na Universidade Católica Portuguesa, onde regeu cadeiras como Culturas Europeias Comparadas e Relações Culturais Internacionais. Desde há uma década tem privilegiado as suas actividades docente e de investigação nos domínios da história da ideia e da integração europeias, da relação de Portugal com a Europa, das organizações internacionais – temáticas em que publicou cerca de duas dezenas de trabalhos e tem leccionado cadeiras e seminários de licenciatura, pós-graduação e de mestrado, e orientado dissertações de mestrado e doutoramento. É Presidente do Secretariado da Licenciatura em Estudos Europeus da Universidade de Coimbra.

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