TARRAFO - Crónicas de um alferes na Guiné
-20%

12,72€
10,18€

de Armor Pires Mota

ColeçãoColeção Imagens de Hoje
GéneroCrónica de guerra (colonial)
Ano2013
ISBN978-989-703-059-8
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 170 páginas | 14 x 21 cm

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Este livro comporta, desde o início da sua escrita, muitas histórias de guerra [colonial], páginas escorrendo nervos, gritos, sangue e lágrimas, chagas, cicatrizes, feridos e mortes. Retrata a guerra em toda a sua violência e brutalidade, por vezes, ao pormenor, com esta originalidade: era escrito na sequência dos acontecimentos. São as crónicas/reportagens na hora.
O que foi uma novidade no jornalismo, quando começou a ser publicado no Jornal da Bairrada (1964). Era uma ousadia, um desafio quase inocente.
Mas a este livro, o primeiro sobre a guerra colo­nial, foi acrescentada uma outra história, única em toda a literatura da guerra. Após alguns dias sobre a colocação da obra numa única livraria, a Vieira da Cunha, em Aveiro, era incluído no número dos livros proibidos. Havia de ser censurado e recolhido pela PIDE.

Armor Pires Mota

Armor Pires Mota nasceu a 4 de Setembro de 1939, em Águas Boas, freguesia de Oiã. Estudou no Seminário de Aveiro. Chegou a teologia, abandonando, entretanto, a carreira em 1961, ano em que dava à estampa as primícias literárias, reunidas no livro Cidade Perdida. Frequentou o ensino liceal em Sangalhos. Entretanto, era chamado a cumprir o serviço militar. Foi mobilizado em 1963 e fez a sua comissão de serviço na Guiné, como alferes miliciano. Ainda em comissão, começou a publicar no Jornal da Bairrada o seu diário de guerra que, em 1965, havia de ver a luz das livrarias, mas por poucos dias. A ex-PIDE incluía o Tarrafo no índex de obras proibidas.
Em 1974, abalançou-se a ser pequeno empresário, depois de trabalhar em várias empresas (Caves Aliança e Handy). Apesar das novas tarefas, não deixou nunca de escrever para jornais, regionais e nacionais, e revistas.
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TARRAFO - Crónicas de um alferes na Guiné

de Armor Pires Mota

  • Baga-Baga, prémio Camilo Pessanha, em 1968,
    O tempo em que se mata, o mesmo em que se morre
    Tarrafo, crónicas
    Guiné Sol e Sangue, crónicas;
    Cabo Donato, Pastor de Raparigas, contos;
    Estranha Noiva de Guerra, romance
    A Cubana que dançava flamenco, romance.
    Oiã, Terras e Gentes, monografia de História local
    Mamarrosa Milenária, monografia de História local
    Oliveira do Bairro, Alma e Memória, monografia de História local
    Troviscal – Visão Histórico-Cultural, monografia de História local
    Chão de Memórias, Usos e Costumes, monografia de História local
    Oliveira do Bairro – em Busca da História Perdida, monografia de História local
    Oliveira do Bairro, Santa Casa, Vida e Obra, monografia de História local
    Bombeiros de Vagos, monografia de História local
    Avelãs de Cima – O Lado da História, monografia de História local
    Igreja de Oiã no Altar da Memória, monografia de História local
    Fermentelos, Povo e Memória, monografia de História local
    Fermentelos Artes e Costumes, monografia de História local
    De Abril os Frutos, poesia
    Terra Ferida, poesia
    Tristes Pássaros de Babilónia, poesia
    O Vendedor de Tapetes, contos
    As Vinhas da Memória, contos
    Almeida Roque Comendador do Povo, biografia

    PRESENÇA EM ANTOLOGIAS
    Contos Portugueses do Ultramar
    Corpo da Pátria,
    Vestiram-se os poetas de soldados
    Escritas e Escritores da Bairrada
    Antologia da Memória Poética da Guerra Colonial