Toque de Silêncio
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de António J. Branco

ColeçãoColeção Imagens de Hoje
GéneroFicção
Ano2009
ISBN978-972-8999-72-8
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 320 páginas | 15 x 21 cm
Também disponível em E-Book

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(...) o Toque de Silêncio, momento mágico, esse sim, donde então emerge, como no Casablanca da tela, o nosso "Autor Escritor" com as suas "histórias de inventar", a montar neste cenário de rotinas uma interessantíssima ficção que como tal passará, e muito bem, para quem não lhe conheça os traços fundamentais da sua vida real: a história de um miúdo que se faz rapaz, que de rapaz se fez sargento da tropa, e que daqui dá o salto para a rampa que o havia de levar ao oficialato, onde passa a usar o nome de Espírito Imaginário, e a gente até entende porquê.
(...) aconteceu ao ler o Toque de Silêncio, uma espécie de sinfonia com um tema central onde se inscrevem os sonhos, as angústias, as exaltações e alucinações de um "autor escritor" a perpassarem na tessitura de múltiplas variações, com momentos, muito frequentes, em que nos surpreendemos a dizer, sem ninguém ali por perto: «que bonito!», «que interessante!», «que forma tão linda de contar!...»

Diamantino Gertrudes da Silva
(do prefácio)
 

António J. Branco


António J. Branco, nasceu no concelho de Abrantes a nove de Novembro de mil, novecentos e cinquenta e sete.
Frequentou o Ciclo Preparatório em Abrantes, na Escola Preparatória Dom Miguel de Almeida e completou o Curso Geral dos Liceus (antigo 5º ano) no Colégio "La Salle". Terminou o ensino secundário (12º ano) em mil, novecentos e oitenta e nove, na Escola Secundária de Gago Coutinho; em Alverca, cidade onde reside actualmente.
Iniciou a carreira militar em mil, novecentos e setenta e sete, como voluntário, no Curso de Sargentos Milicianos, na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém.
Ingressou nos quadros permanentes do Exército, em mil novecentos e oitenta, após a frequência do Curso de Formação de Sargentos, em Lamego.
Frequentou o Instituto Superior Militar, entre mil novecentos e oitenta e nove e noventa e um, ascendendo à categoria de oficial; Quadro Técnico da Arma de Transmissões.
Iniciou a licenciatura de História em mil novecentos e noventa e oito, altura em publicou a sua primeira obra – MIRAGEM, poemas – sob o pseudónimo de Paulo Filipe.
Concluiu a licenciatura em História em dois mil e quatro, ano em que publicou MUNDOS, ficção narrativa, em parceria com Norberto Elias.
Na situação de Reserva desde dois mil e oito, exerce actualmente a actividade docente, numa escola de ensino profissional, em Lisboa.

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Toque de Silêncio

de António J. Branco

  • Mundos
    em co-autoria com Norberto Elias, Viseu, Palimage, 2004.

crítica

de: vários



Mantendo a originalidade de entrecruzar figuras reais com irreais (ou não), animais que falam – neste texto, figuras das histórias de encantar –, com delírios de prosa poética, o autor consegue surpreender-nos, também, com a sua fácil e inteligente ironia, deliciosa bandeira levantada em direcção ao imaginário de cada um de nós, leitores ávidos de folhear página após página.
O que é verdade, é que tal mistura resultou; e se faz deste texto uma obra estranha, torna-a, também, sarcástica e ironicamente bela!

Norberto Elias


Estamos perante alguém que em estado de espírito algo amargurado (disfarçado por sarcasmo), resolve fazer um exercício de catarse, verdadeira tentativa de purificação emocional, quanto a mim, conseguida.
É um conteúdo forte, com personagens caracterizadas pelos seus aspectos mais negativos e caricatos até, fazendo tudo um sentido muito próprio e que apesar da tal catarse, deve ter dado um grande gozo a escrever, havendo alturas em que o autor riu a bom rir. Aposto.

José Manuel Faustino


Julgo ver neste livro algumas marcas pessoais. À componente militar, objectiva, associa-se uma componente pessoal e subjectiva. E é este jogo de forças que nos vai conquistando em cada página, transformando a leitura de “Toque de Silêncio” num profundo acto de prazer.

Maria Fernanda Nunes