Viseu - Cidade Poema
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de Maria Natália Miranda

ColeçãoColeção Palavra Poema
GéneroPoesia
Ano2011
ISBN978-972-8999-96-4
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 48 páginas | 15 x 21 cm

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Este livro consta de dezanove sonetos de reconhecido valor poético e o seu título revela que Viseu é uma cidade digna de ser cantada em verso.
Em todos e cada um dos poemas, a sua autora, permeando e repercutindo espaços físicos e sociais viseenses; utilizando sabiamente a forma estruturada e estruturante do soneto; cerzindo, com mestria, recursos estilísticos sobretudo a nível do significante e do significado (especialmente a metáfora e a personificação); plasmando realidades e sonhos, recriou, num certo regresso às origens, a cidade de Viseu - seu objecto-amado e sua terra-mãe.
Os aspectos extrínsecos e formais são interessantes e estão equacionados em função da semântica e da estética literária. Assim, o livro apresenta uma linda e expressiva capa, os poemas são acompanhados de fotografias ou desenhos interessantes e alusivos às respectivas temáticas, as manchas tipográficas estão bem enquadradas nas páginas e há, em alguns versos, espaços em branco com importância estilística.
Penso que, com esta obra, o património cultural de Viseu fica mais enriquecido.

Fernando Vale
(do prefácio)

 

Maria Natália Miranda


Maria Natália Miranda, licenciada em Filologia Românica [pela Universidade Clássica de Lisboa. Curso do Magistério Primário (em Viseu). Curso de Ciências Pedagógicas (na Universidade Clássica de Lisboa)], com um currículo rico em obras e prémios e com uma longa experiência de escrita que se revela na sua colaboração em jornais, revistas, livros escolares e antologias, bem como em textos para a RTP e trabalhos para a Rádio Renascença, Rádio Estação Orbital e outras, e na sua docência, é reconhecidamente uma poetisa de grande qualidade. (...)
No poema “A terra de onde vim”, as imagens de uma grande beleza evocam a sua Beira Alta, de argilas sinuosas (“Terra / venho do teu regaço / de argilas sinuaosas / do teu corpo suado / transfigurado em rosas”). [in “Terra Agreste”, 2003]. Imagens que são particularizadas nos dois poemas dedicados à sua Terra Natal, “Canas de Senhorim” I e II.
“Minha Terra de feno e granito
minha aguarela branca entre montados”.

Aí se situa a autora, numa visão muito pessoal e telúrica donde emergem as raízes da História de Portugal:

“Desta terra sentada no planalto
alongo o meu olhar ao longe e ao alto
vivo lendas de moiras encantadas

E as memórias de Roma e Viriato
descem da serra prendem-se no mato
e latejam nas veias das calçadas.”
(...)
Em todos estes poemas perpassa um halo espiritual, emprestado pela voz poética de Natália Miranda que se transfigura pela beleza das palavras e pelo saber feito de experiência de escolha e de vivênci literária.

 

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