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IMAGENS DO EGIPTO QUEIROSIANO Recordações da Jornada Oriental de Eça de Queirós e o Conde de Resende em 1869
Coleção Fotografia
Género Album de Fotografia
Ano 2002
ISBN 978-9-72-902775-8
Idioma Português
Formato brochura | 312 páginas | 24 x 34 cm
LIVRO INDISPONÍVEL
Descrição

*livro indisponível*

Álbum de Fotografia sobre o Egipto na época da visita de Eça de Queirós e Conde de Resende àquele país (a maioria das fotos datam da segunda metade do séc. XIX) e textos alusivos recolhidos entre as obras de Eça - Livro em distribuição pela Palimage editado por Gaianima, EM, e Amigos do Solar Condes de Resende - Confraria Queirosiana. (Capa dura - cartonada).

José Maria d'Eça de Queiroz, o mais universal dos escritores portugueses tanto pela humanidade dos temas como pela qualidade da escrita, nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim.
No ano anterior nascera no Porto Luís Benedito da Natividade de Castro Pamplona de Sousa Holstein, futuro 5.º Conde de Resende. Ambos se tornariam amigos nesta cidade quando condiscípulos no Colégio da Lapa passando Eça a ser visita habitual da casa de Santo Ovídio e da Quinta da Costa em Canelas, Vila Nova de Gaia, hoje Solar Condes de Resende.
Em 1869 realizam juntos uma viagem ao Egipto e Palestina, Eça para recolher anotações literárias e jornalísticas, o amigo como jovem rico à procura de emoções ou vagamente do que restava do espírito de cruzada à Terra Santa no ano em que lhe nasce um filho natural em Canelas. Dele dirá Ramalho Ortigão: "O Conde de Resende era nessa época o mais completo homem do seu mundo. Reunia no mais alto grau todas as condições que dão brilho, a dominação, o prestígio. Tinha pouco mais de vinte anos. Pelo seu nascimento era conde, par do reino, almirante de Portugal. De si tinha um talento superior, a mais alta distinção de figura e de maneiras, uma instrução variadissima, um grande ar frio e correcto, ligeiramente irónico. Nunca transpirava, nunca se fazia vermelho, nunca falava alto. Amava as aventuras arriscadas, as fascinações do perigo, e comprazia-se em aventurar indiferentemente a sua fortuna ou a sua vida em lances frequentes, obscuros - sem galeria, - para seu mero recreio pessoal, com um desdém altivo, imperturbável" (As Farpas, 1874). A morte levá-lo-ia prematuramente em 1876, já não assistindo ao namoro de Eça com sua irmã Maria Emília de Castro Pamplona, igualmente iniciado na casa de Canelas e que culminaria no casamento realizado em 1886. Seria seu irmão Manuel, 6.º Conde de Resende, o cunhado de Eça e o tio dos seus filhos, alguns dos quais viriam a publicar postumamente os textos deixados sobre esta famosa viagem da qual se poderá dizer, com as palavras que o escritor atribui a Teodorico em A Relíquia (1887): "Esta jornada à terra do Egipto e Palestina permanecerá sempre como a glória superior da minha carreira".

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