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Revista de História da Sociedade e da Cultura n.º 13
Fora de Coleção - História
Género História
Ano 2013
ISSN 1645-2259
Idioma Português
Formato brochura | 496 páginas | 16 x 23 cm
8,00 €
Descrição

Revista publicada em co-edição com o CHSC – Centro de História da Sociedade e da Cultura (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) http://www.uc.pt/chsc Editorial O reconhecimento mundial, em 2013, do património material e imaterial de Coimbra, centrado no saber da sua Universidade e dos seus “colégios”, na sua arquitectura monumental e popular, na sua paisagem rural e urbana profundamente moldada desde a Idade Média, no seu peculiar e propalado modus vivendi… não surpreendeu o conhecedor e o amante de tal património. Que convém estudá-lo e divulgá-lo mais, como se procede através de alguns artigos inseridos no actual número da “Revista de História da Sociedade e da Cultura”, também merecerá a unanimidade. Contudo, não estamos a defender, nem sequer a alimentar através da via do conhecimento, o autismo da actuação e da afirmação da cidade universitária de Coimbra, já que, directa ou indirectamente, a sua história está obrigatoriamente ecologizada em espaços de escalas variáveis (o local, o regional, o nacional, o europeu, o mundial) e em tempos ou diacronias de longa e longuíssima duração (desde a Idade Média até ao século XX). Como outros artigos também sugerem. Por definição, uma Universidade é uma instituição que investiga e ensina à escala da universalidade, pelo que o processo de intelectualização, embora brotando de uma realidade local, terá sempre tendência a escapar a esse limes e a romper, até, com quaisquer fronteiras culturais e ideológicas. Tal não significa porém, mesmo no caso de uma universidade tida por clássica, que ela se desapegue do interesse regional e local. Antes pelo contrário, e o “Centro de História da Sociedade e da Cultura” dá disto mesmo exemplo ao desenvolver, desde há anos, um projecto de investigação intitulado “História da Região Centro” [de Portugal]. 8 Editorial Nesta mesma linha de pensamento, ninguém ou quase ninguém ousará contestar que, se uma universidade é um entreposto do saber adquirido ao longo do tempo com especializações à escala mundial em algumas matérias ou disciplinas, o acesso a tal reservatório deve estar, em primeiro lugar, à disposição das comunidades humanas mais próximas. Só assim é que uma universidade alcandorada a “Património Mundial” fará jus à universalidade, terá o reconhecimento pleno, será adequadamente promovida e esperará ser preservada pelos “seus”. João Marinho dos Santos Ex-Coordenador Científico do Centro de História da Sociedade e da Cultura Artigos La recepción de “Annales” en España: las reuniones de . metodología histórica de 1973 y 1982. Para una metodología . aplicada a la historia social Antonio Eiras Roel................................................................................ 9 Propuesta de interpretación de Rei D. Afonso, se Deus vos pardom William S. Kurtz.................................................................................... 67 O território português nos inícios do século XIV. Espaço e narrativa . nos relatos do reinado de D. Dinis Covadonga Valdaliso............................................................................. 89 A Jurisdicionalização do Poder: D. Afonso IV e o Chamamento Geral Jorge Manuel de Matos Pina Martins Prata........................................... 103 A Baixa de Coimbra em finais da Idade Média: Sociedade e cotidiano . nas freguesias de S. Bartolomeu e Santiago Octávio Cunha Gonçalves Simões Augusto.......................................... 131 Marcos de referência e topónimos da cidade medieval portuguesa: . o exemplo de Coimbra nos séculos XIV e XV Maria Amélia Álvaro de Campos.......................................................... 157 Erasmo: la araña y el escarabajo Virginia Iommi Echeverría.................................................................... 177 Inquisição e Caridade – O caso do tribunal inquisitorial de Lisboa . no século XVI Daniel Norte Giebels............................................................................. 187 Mundus Novus, Novus Homo. Cartografias do imaginário e do Outro no Novo Mundo (séc. XVI-XVII) Luís Manuel Neves Costa..................................................................... 205 «A feliçe acclamação del Rey Dom João o IV». Cerimónias e . cultura política na Goa seiscentista José Miguel Ferreira.............................................................................. 231 Linguagem Política e Leituras do Contrato Social nos alvores da Revolução Liberal em Portugal Ana Cristina Araújo............................................................................... 249 Processo inquisitorial e processo régio: semelhanças e diferenças . (o caso português) Ana Santiago de Faria........................................................................... 269 Utopia e Profetismo no Século das Luzes. D. José (1761-1788), . Príncipe do Brasil, Imperador do Mundo Ana Isabel Buescu................................................................................. 291 As Romarias no Planalto Beirão, desde os inícios do Século XVIII José Manuel Azevedo e Silva................................................................ 319 Doutrinas e profilaxia da tuberculose em Portugal nos finais . do século XIX Ismael Cerqueira Vieira......................................................................... 335 Linha de Cascais: muito mais do que uma via-férrea turística, . um estímulo à concentração populacional na faixa costeira . por ela servida (1911-1944) Joana Catarina Vieira Paulino............................................................... 361 Tempo de Passagem: Os Governos Provisórios no Contexto da Adesão . de Portugal à CEE (1974-76) Alice Cunha........................................................................................... 381 Ovos, Ovos, Ovos e mais Ovos. Cultura, Economia, Dietética . e Gastronomia Isabel M. R. Mendes Drumond Braga................................................... 399 Recensões................................................................................................... 433 Notícias....................................................................................................... 463

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Em caso de litígio, o consumidor pode recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Distrito de Coimbra, com sítio em www.centrodearbitragemdecoimbra.com e sede em Av. Fernão Magalhães, Nº. 240, 1º, 3000-172 Coimbra
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