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Portugal e a Europa. Distanciamento e Reencontro.
Fora de Coleção - História
Género História
Ano 2005
ISBN 978-9-72-899911-7
Idioma Português
Formato brochura | 478 páginas | 16 x 23 cm
21,20 €
16,96 €
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Descrição

PUBLICAÇÃO EM CO-EDIÇÃO COM CHSC - CENTRO DE HISTÓRIA DA SOCIEDADE E DA CULTURA - ( http://www.uc.pt/chsc/ )

LIVRO INDISPONÍVEL

**PORTUGAL E A EUROPA
DISTANCIAMENTO E REENCONTRO
A ideia de Europa e a integração europeia: ecos, reacções e posicionamentos (1830-2005)

PREFÁCIO
INTRODUÇÃO

Capítulo I - DA MONARQUIA À REPÚBLICA (1820-1932): A ABERTURA À EUROPA

1. PORTUGAL NA BALANÇA DA EUROPA
2. A IDEIA DE UNIDADE EUROPEIA: ECOS E REACÇÕES EM PORTUGAL
3. O DISCURSO FEDERALISTA: DA UNIÃO IBÉRICA À UNIDADE LATINA E OCIDENTAL
4. FERNANDO PESSOA E A IDEIA DE PORTUGAL E DE EUROPA
EM JEITO DE CONCLUSÃO: DO FEDERALISMO IBÉRICO À FEDERAÇÃO EUROPEIA
5. PORTUGAL PERANTE AS IDEIAS E OS PROJECTOS DE UNIDADE EUROPEIA NO PÓS-PRIMEIRA GUERRA (1919-1932)
5.1. A ideia de "Estados Unidos da Europa" nos anos vinte: ecos e reacções em Portugal
5.1.1. Na onda mística do europeísmo: Coudenhove-Kalergi - o apóstolo da Pan-Europa
5.1.2. No rescaldo de Versalhes e da SDN: democracia republicana e internacionalismo - a federação humana
5.1.3. Na órbita de Locarno e da paz perpétua: a ideia dos Estados Unidos da Europa - expectativas e dúvidas
5.1.4. No espectro do adensamento das tensões e do pacto Briand-Kellog: «guerra à guerra» e pátria europeia - esperanças e perplexidades
5.1.5. Na sombra sinistra do nacionalismo: a Anti-Europa
5.1.6. No dilema entre a falência da paz e a iminência da guerra: a França propõe a unificação europeia
Em jeito de conclusão: a década de vinte na busca da paz perpétua - um alfobre de internacionalismo
5.2. O Plano Briand e o posicionamento português
5.2.1. A iniciativa institucional na SDN: o plano Briand de unidade europeia
5.2.2. A opinião pública face à proposta de Briand e ao memorando francês
5.2.3. As respostas dos governos ao memorando francês
5.2.3.1. As reacções públicas (periódicos e livros)
5.2.3.2. A visão da diplomacia portuguesa
5.2.3.3. O resumo oficial das respostas
5.2.3.4. A resposta portuguesa
5.2.4. As decisões institucionais. A Comissão de Estudo para a União Europeia
Em jeito de conclusão: uma arma nova para debelar a crise - a tentativa multilateral de laço federal europeu

Capítulo II - DE SALAZAR AO FIM DO ESTADO NOVO (1932-1974): O REGRESSO AO MAR
1. SALAZAR PERANTE A PERSPECTIVA DE UMA «NOVA ORDEM EUROPEIA» ANTES E DURANTE A GUERRA
2. PORTUGAL E A UNIDADE EUROPEIA NO PÓS-GUERRA (1946-1948)
2.1. A ideia de Europa unida: ecos em Portugal
2.1.1. Declarações e intenções: ecos anglo-saxónicos
2.1.1.1. Vozes mais ou menos dispersas no imediato pós-guerra
2.1.1.2. Um paladino da ideia da Europa unida: W. Churchill
2.1.2. Iniciativas e primeiras actuações: o acolhimento dos povos
2.1.2.1. A criação de movimentos e associações, correntes de opinião e outros meios de pressão e de consciencialização
2.1.2.2. Uma grande manifestação pública do pós guerra: o Congresso Europeu da Haia, de 7 a 10 de Maio de 1948
2.1.2.3. Outras manifestações públicas: o Congresso da União Interparlamentar Europeia em Interlaken
Em jeito de conclusão: os (e)ventos da ideia de Europa unida chegam a Portugal
2.2. A unidade europeia no pós-guerra: reacções e tomadas de posição em Portugal
2.2.1. As primeiras reacções
2.2.2. Sobre o congresso da Haia
2.2.3. Sobre outras iniciativas públicas
Em jeito de conclusão: solidariedade civilizacional sim, compromissos institucionais de modo nenhum
3. PORTUGAL E A COOPERAÇÃO EUROPEIA (1946-1973)
3.1. A cooperação em matéria de segurança
3.1.1. Do Pacto da União Ocidental ao Pacto do Atlântico
3.1.2. Reacções em Portugal
Em jeito de conclusão. Salazar respira de alívio: estar com o Ocidente sem estar com a Europa
3.2. A cooperação política e cultural
3.2.1. A difícil gestação do Conselho da Europa
3.2.2. Portugal perante o Conselho da Europa
Em jeito de conclusão: «face ao mar, costas à terra» - a Europa é «para nós mais paisagem do que vizinhança»
3.3. A cooperação económica
3.3.1. A cooperação no âmbito da OECE
3.3.1.1. Portugal perante o Plano Marshall
3.3.1.2. O projecto de União Aduaneira Europeia e a participação portuguesa
3.3.1.2.1. As tentativas regionais de união aduaneira
3.3.1.2.2. A hipótese de uma União Aduaneira Europeia e as pressões norte-americanas
3.3.1.2.3. A criação do Grupo de Estudos para a União Aduaneira Europeia.
3.3.1.2.4. O resultado dos trabalhos do Grupo de Estudos
3.3.1.2.5. A posição portuguesa em relação à assinatura e à ratificação das convenções aprovadas
Em jeito de conclusão: passos tímidos, mas irreversíveis na direcção da Europa
3.3.2. A cooperação no âmbito da EFTA
3.3.3. A cooperação com a CEE
3.3.3.1. A integração europeia: da primeira Comunidade ao primeiro alargamento (1950-1973) - breve resumo
3.3.3.2. Salazar perante o processo da construção comunitária e a possibilidade da união política europeia
3.3.3.3. A aproximação de Portugal à Europa comunitária: a opinião pública e o poder político - atitudes e actuações. O acordo comercial de 1972 com a CEE
Em jeito de conclusão: na encruzilhada entre o caminho marítimo e a caminhada terrestre, ou Portugal no dilema entre o Mar e a Europa

Capítulo III - DA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS ATÉ AO PRESENTE (1974-2005): A CAMINHO E NO CAMINHO DA EUROPA
1. NO PERÍODO REVOLUCIONÁRIO (1974-75): A EUROPA (QUASE) INEXISTENTE
2. NO PERÍODO NEGOCIAL DA ADESÃO COM OS ACIDENTES DE PERCURSO (1976-1985): EUROPA SIM, MAS NÃO TANTO...
3. DA ADESÃO À MOEDA ÚNICA (1986-1999): A EUROPA DOS SUBSÍDIOS
4. A EUROPA DO FUTURO (2000-2005): SIM, MAS QUANTO BASTE OU ENQUANTO DER

CONCLUSÃO GERAL
... E MORAL DA HISTÓRIA

FONTES E BIBLIOGRAFIA

1. PRINCIPAIS FONTES DOCUMENTAIS UTILIZADAS E REFERENCIADAS
1.1. Fontes arquivísticas
1.2. Documentos diversos
1.3. Publicações periódicas

1.3.1. Jornais
1.3.2. Revistas
1.3.3. Diversos
1.4. Obras impressas (livros)
2. BIBLIOGRAFIA SELECTIVA
2.1. Obras de suporte
2.2. Estudos sobre Portugal e a Europa
2.3. Obras gerais e diversas


 

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Em caso de litígio, o consumidor pode recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Distrito de Coimbra, com sítio em www.centrodearbitragemdecoimbra.com e sede em Av. Fernão Magalhães, Nº. 240, 1º, 3000-172 Coimbra
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