1945 – Estado Novo e Oposição. O Movimento de Unidade Democrática e o Inquérito às suas listas

17,50€

de Mário Matos e Lemos

ColeçãoColeção Raiz do Tempo
GéneroHistória
Ano2018
ISBN978-989-703-194-6
IdiomaPortuguês
Formatobrochura | 232 páginas | 16 x 23 cm

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O nascimento do Movimento de Unidade Democrática (MUD), em 1945, a sua rapidíssima expansão e o quase imediato inquérito à autenticidade das assinaturas nas listas de adesão às suas reivindicações são assuntos hoje praticamente esquecidos, mesmo pelos historiadores. Se o MUD e o MUD Juvenil ainda são referidos – e mesmo assim não existe qualquer estudo aprofundado sobre ambos –, a constituição do MUD e o inquérito, são quase ignorados, até na memorialística.

 

 

As condições de venda do distintivo foram enviadas a todas as Comissões Distritais: «O preço mínimo de cada emblema é de Esc. 5$00 (cinco escudos) sendo a receita da sua venda destinada a custear os encargos e despesas desta Comissão Central. Atendendo, pois, a este objectivo, esperamos que V. Exa. diligenciará junto das Comissões deste Distrito que todos contribuam com o máximo que lhes seja possível na aquisição dos emblemas.»
(Emblema pertencente ao Prof. Dr. António Pedro Vicente; o documento foi cedido pelo Dr. António Lobo Vilela). A foto é de Rui Santos.

Mário Matos e Lemos

Mário Augusto Madeira Matos - e Lemos nasceu em Lisboa, é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador-colaborador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade
de Coimbra. Jornalista, foi Subchefe de Redacção da Agência Noticiosa ANI (1956-1971), Redactor do Diário de Notícias de Lisboa (1964-1971) e Subdirector do Diário do Norte. Porto (1971‑1972).
Contratado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, foi, sucessivamente, Conselheiro de Imprensa nas embaixadas de  Portugal em Roma (1972-1975), Moscovo (1976-1979), Madrid (1979-1985) e Bissau (1985-1998). Neste último posto, foi Director do Centro Cultural Português (depois Instituto Camões de Bissau). Em 1996 foi brevemente Director do CENJOR (Centro de Formação de Jornalistas).
Em 1998 atingiu o limite de idade para funções no estrangeiro, tendo-se dedicado desde então à investigação histórica.  Fundou e dirigiu as revistas “Jornal de Cultura” (1959-1960) e “Ópera” (1969‑1971); redigiu e apresentou na Radiotelevisão
Portuguesa o programa “Falando de Ópera” (1972‑1974). Tem publicados numerosos trabalhos, entre os quais O 25 de Abril – Uma Síntese, Uma Perspectiva – Lisboa, Ed. Notícias, 1986; Política Cultural Portuguesa em África – O Caso da Guiné-Bissau (1985‑1998) – Lisboa Ed. Inquérito, 1999; Dicionário de História Universal – Editorial Inquérito, Lisboa, 2001; Goa, o Princípio do Fim do Império – Alguns Documentos, Coimbra Estudos do Século XX, n.º 3, 2003; Imprensa Diária Portuguesa do Século XX – Um Dicionário. Editorial Ariadne, Coimbra, 2006. Candidatos a Deputados pela Oposição à Assembleia Nacional do Estado Novo (1945-1973), Lisboa, Colecção Parlamento, 2010; Oposição e Eleições no Estado Novo, Lisboa, Colecção Parlamento, 2012, os dois últimos com coordenação de Luís Reis Torgal.

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